
YAZUNIZAR LOS TERRITORIOS
o la pedagogía radical del Yasuní
Por Carlos TornelDel 29 de noviembre al 5 de diciembre tuve el honor de acompañar a una amplia delegación de organizaciones y expertos al Parque Nacional Yasuní, en Ecuador. La visita al Bloque 16 —liderada por comunidades indígenas Waorani y por la organización Acción Ecológica— nos permitió constatar cómo, a dos años de la consulta popular en la que el país votó Sí[…]

Pescadores e moradores de Soure, Salvaterra e Cachoeira não assinam lista de presença e entregam moção de repúdio
O povo marajoara presente às três primeiras reuniões convocadas pela Petrobras desde a liberação da licença de operação para pesquisa exploratória, explicitou as contradições e precariedades do licenciamento ambiental de petróleo na Foz do Amazonas, já pontuadas pelo Ministério Público Federal e por organizações da sociedade civil brasileira.[…]

Campanha Antipetroleira “Nem um poço a mais!”
Vila do Pesqueiro, Soure, Marajó
Pará/Brasil
9 a 15 de Novembro 2025Reunida em nosso 10º. Seminário Nacional, em paralelo à COP 30 de Belém, a Campanha Antipetroleira
“Nem um poço a mais!” conclama as comunidades de pesca artesanal, quilombolas, a população
marajoara, a sociedade paraense e as organizações da sociedade civil latino-americana para o
enfrentamento da instalação da indústria petroleira na Foz do Amazonas. Uma luta da vida, contra[…]
Povo marajoara se mobiliza para blindar território da zona de sacrifício e firmar-se como civilização pós-petroleira

Nélio Nunes, pescador artesanal da Vila do Jubim: “Em nenhum momento a Petrobras veio na nossa comunidade conversar sobre essa perfuração de poço. Já fizeram estrago em outras cidades e agora querem prejudicar a nossa pesca aqui no Marajó. Vamos ser afetados grandemente”.
ESPECIAL COP BELÉM
O licenciamento ambiental[…]

Salve camaradas,
Conheçam os Artistas e as Artes Antipetroleiras da Campanha Nem Um Poço a Mais, nas categorias Artes Visuais e Poesia.

Salve camaradas,
Gostaríamos de agradecer a grande mobilização de artistas e ativistas que participaram do edital de arte antipetroleira, da Campanha “Nem um poço a mais!”
Entre poemas e imagens, a luta antipetroleira encontrou na arte o seu lugar de expressão mais crítica. Na metáfora e na ironia. Na denúncia e no sarcasmo. Na decomposição dos símbolos. Expôs em frases, versos, imagens, a tragédia da indústria[…]

Na mesma semana que o Ibama concede a licença para a Petrobras perfurar o primeiro poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, o governo brasileiro realiza um novo leilão de áreas do pré-sal!
Nesta quarta, 22 de outubro de 2025, 5 dos 7 blocos ofertados para exploração do pré-sal nas bacias de Santos e Campos foram arrematados pela Petrobras (2), australiana Karoon (1), pelo consórcio formado pelas empresas chinesas CNOOC[…]

Modelos mostram que um eventual vazamento de óleo alcançaria até 132 km em 72 horas, ameaçando diretamente espécies como a onça-pintada.
Um grupo internacional de pesquisadores alerta que a exploração de petróleo planejada para a costa do Amapá, na chamada Margem Equatorial, pode gerar impactos ambientais e sociais de grandes proporções. Além da vida marinha, um[…]

A comunidade pesqueira de Jubim, localizada no arquipélago de Marajó, no encontro entre o rio Amazonas e o oceano Atlântico, depende diretamente da pesca artesanal para sua subsistência. Mas pressões crescentes reduzem os estoques pesqueiros e ameaçam os modos de vida tradicionais – como a sobrepesca com presença constante de embarcações industriais, além da construção de portos e ferrovias, dos grandes projetos de exploração de petróleo e da especulação imobiliária,[…]

Segundo levantamento, Itapemirim também gasta mal o dinheiro do petróleo
Após duas décadas de extração de petróleo na camada do pré-sal da Bacia de Campos, pesquisas têm apontado que os municípios que mais recebem royalties pela exploração dos recursos naturais não transformaram o aumento de receitas em desenvolvimento socioeconômico. O caso de Presidente Kennedy, no litoral sul do Espírito Santo, é emblemático: líder em royalties per capta, tem os piores índices[…]

Como muitos brasileiros, Noêmia Magalhães e o marido Valmir Batista, o Birica, guardaram o dinheiro de uma vida inteira de trabalho para desfrutar na terceira idade. Encontraram o refúgio ideal em São João da Barra, no norte fluminense, onde passaram a cultivar alimentos orgânicos, plantar árvores, fazer caminhadas. Assim viveu o casal por anos até a chegada do Porto do Açu, maior empreendimento portuário[…]

Atividade marca resistência popular a empreendimento licenciado no sul do Estado
“Vamos até o extremo sul com esse grito: ‘Nem um poço a mais, nem um porto a mais’. Um grito de justiça ambiental, de justiça social. Nós não queremos a morte do rio, a morte do mar, a morte da vida. Nós queremos a vida!”. A fala é de Paulo Henrique Ling, um dos organizadores da campanha “Nem um poço[…]
Notícias0906Admin14222023-11-21T16:54:30-03:00
