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O vereador Renato Cinco, em discurso no plenário da Câmara Municipal, declarou apoio a campanha ‘Nem um poço a mais”, que realizou ato nesta quinta-feira, na porta da ANP, contra a licitação de campos de petróleo marginais (que já estão com a produtividade reduzida). Discurso em 11/05/2017. http://www.renatocinco.com.br/

 O documentário “No Rio e no Mar”, dos diretores Jan Willem Den Bok e Floor Koomen, mostra a luta enfrentada pela comunidade pesqueira e quilombola de Ilha de Maré (BA) contra a Petrobras e outros grandes empreendimentos petroquímicos que ameaçam a pesca artesanal e o modo de vida dessas populações.
Lançado em 2016, o documentário recebeu menção honrosa na 18a edição do Festival de Cinema Movies that Matter, em março do mesmo ano. O festival, que acontece anualmente na cidade de Haia, na Holanda, tem como parceira na realização, a Anistia Internacional.
A Campanha Nem Um Poço A Mais esteve presente na tradicional Procissão Marítima de São Pedro na Ilha de Vitória, Espírito Santo. O barco trouxe alegorias de petroleiras poluidoras, ” empresários e capangas” empunhavam suas maletas e armas, do outro lado, pescadoras e pescadores, crianças e toda a natureza gritavam e cantavam _Nem Um Poço a Mais!
A história de Seu Curumba, no norte capixaba, denúncia a atuação da PETROBRAS e mostra qual lucro gera o petróleo. Mostra o impacto da extração de petróleo sobre pequenos agricultores no Brasil, a partir da experiência do “Seu Curumba”, um entre muitos.

Mística final realizada durante encontro de lançamento da Campanha ‘Nem um Poço a Mais”. O evento ocorreu em Vila Velha nos dias 26, 27 e 28 de junho de 2015. Foi chamado pelo programa da FASE no Espírito Santo, pelo Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais (MPP), pela Federação das Associações de Pescadores e Aquicultores do Espírito Santo, pela Associação Homens e Mulheres do Mar (Ahomar), pelo GT Petróleo da Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA) e pela Oilwatch.
Leila Salles do Fórum dos Atingidos pela Indústria do Petróleo e Petroquímica das Cercanias da Bahia de Guanabara – RJ no V Encontro Nacional da Rede Brasileira de Justiça Ambiental.
Ivone Yanes, do movimento Pró- Yasuni, do grupo Acción Ecológica e da Rede Oil Watch no V Encontro Nacional da Rede BRasileira de Justiça Ambiental.

Maria José do Conselho Pastoral dos Pescadores no V Encontro Nacional da Rede Brasileira de Justiça Ambiental.

Eliete Paraguassu do Movimento de Pescadoras e Pescadores, quilombola ,bahiana fala da resistência para manter a vida.
Poucos dias antes da cerimônia de abertura da Rio + 20, ainda é perigoso no Brasil pessoas defenderem e fazer a proteção do meio ambiente.Nos últimos quatro anos, 12 ativistas ambientais têm pago esse compromisso com suas próprias vidas. As portas do Rio, Alexandre Anderson é o presidente de “AHOMAR”, uma associação de pescadores na Baía de Guanabara, ele luta para preservar o espaço de pesca artesanal de milhares de famílias que tiram seu sustento nas águas do mar, que ainda existe para pescar. A baía de guanabara nos atrás, era sublime em beleza natural e peixes, agora devastada pela poluição: todo o lixo de dragagens, a rápida industrialização por empreendimentos petrolíferos que acentua os desastres e derramamentos de petróleo. Lixo, esgoto, metais pesados, manchas de óleo, a baía de guanabara, está morrendo. Alexandre diz: que ele não agrada industriais que colocam seus lucros à frente da preservação da natureza. Ele foi ameaçado de morte várias vezes e agora vive sob proteção policial 24 horas. Alexander vai nos levar ao encontro daqueles que ainda estão agindo antes que a baía de guanabara, se torne uma zona morta.

A Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, a convite da AHOMAR – Associação Homens do Mar da Baía de Guanabara, efetuou uma visita conjunta à Praia de Mauá, no município de Magé, para analisar os impactos sócio ambientais da indústria petroquímica na Baía de Guanabara.

O clima frio e o tempo nublado deixam a Praia de Mauá mais triste. A apreensão quanto ao destino da Associação dos Homens do Mar da Baía de Guanabara (Ahomar), pode ser percebida no ar. Desde 2009 os mortos na guerra desigual entre os pescadores e as milícias a serviço de grandes empresas já chegam a quatro. Em 2012 já foram dois. A mão cruel e pesada dos empresários está acabando com uma atividade .
Matéria completa:
http://goo.gl/KUEP6
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