Lançamento: “O Sumiço do Caranguejo” estreia na Escola de Ecologia
Filme da FASE-ES em parceria com a Campanha Nem Um Poço a Mais alerta sobre o impacto da indústria petrolífera em nossos manguezais. Sob a proteção de Nanã, "O Sumiço do Caranguejo” revela a realidade de quem vive os impactos do petróleo no seu território. O filme foi lançado no final de julho durante o evento internacional School of Ecology (Escola de Ecologia), organizado pela rede Oilwatch na África. Com a participação de mais de 10 países de todo o mundo, o evento de dois dias debateu proteção ambiental, transição energética e construção de poder popular.
Um patrimônio histórico enclausurado por um porto
A Igreja de Nossa Senhora das Neves, no município de Presidente Kennedy, recebe anualmente uma das maiores romarias do Espírito Santo, atraindo também devotos do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Porém, a instalação do Porto Central no entorno, além de fortes impactos sociais e ambientais, também deixará a igreja, que é tombada como patrimônio histórico e cultural, praticamente ilhada em meio ao mega empreendimento portuário. A reportagem é de Vitor Taveira para o jornal Século Diário.
TERRITÓRIO SUAPE: Cineclube NEM UM POÇO A MAIS
A indicação do mês é um documentário longa-metragem produzido pela Marco Zero Conteúdo, em parceria com Símio Filmes e Ventana Filmes, que expõe a desigualdade irradiada pelo Complexo Portuário e Industrial de Suape na ocupação do território da cidade do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. As oportunidades de negócio para as grandes construtoras e seus bairros planejados de "alto padrão" em contraste com a vida vivida na periferia da cidade de maior vulnerabilidade para o jovem negro no Brasil. O filme foi produzido com recursos do edital de jornalismo independente do Fundo Brasil de Direitos Humanos.
Como fica a moqueca capixaba com a privatização do terminal pesqueiro de Vitória?
Pescadores artesanais temem ser esmagados pela pesca industrial, voltada ao mercado brasileiro e internacional. Reportagem de Fernanda Couzemenco para o Século Diário.
Iemanjá mandou avisar: deixe o petróleo no fundo do mar
Artistas capixabas se inspiram em Iemanjá para defender os mares da exploração petroleira.
Cineclube: Território Suape
A indicação do mês é um documentário longa-metragem produzido pela[...]
No dia 04/11/2021, a AHOMAR fez novo requerimento onde solicita a análise de seu requerimento
A Agroecologia como resistência no campo e na cidade é o tema do nosso quarto episódio do podcast Pílula Para Transição Energética. Nesse episódio vamos conversar com João Batista, quilombola do território do Sapê do Norte, que nos traz a abordagem da agroecologia em territórios dos povos tradicionais como ferramenta para garantir a agrobiodiversidade e permanência desses povos. Fazendo a relação campo-cidade, convidamos Lucas Sangi, polinizador da Rede Urbana Capixaba de Agroecologia, para nos contar como a agroecologia está presente nos meios urbanos, e como pensar a construção de uma cidade através dos fundamentos da agroecologia.
Noêmia Magalhães, uma das atingidas pelo Porto de Açu (RJ) esteve no encontro realizado para debater a construção do Porto Central em Presidente Kennedy, no Sul do Espírito Santo, e trouxe mensagens de resistência para a população local.
Em 25 e 26 de outubro de 2021, mais de 120 pessoas das regiões norte, metropolitana e sul do ES, com colegas do norte do RJ, estivemos reunidos em Presidente Kennedy, na Praia de Marobá, no Encontro “Porto Central: uma tragédia interestadual”. Povos e comunidades de pesca artesanal e quilombolas, trabalhadores rurais sem terra, camponeses, artesãs, agentes de pastorais, grupo de mulheres e mulheres negras, pesquisadores, professores, artistas, defensore/as de direitos humanos, ongs, ambientalistas e habitantes da região, se perguntavam: Porto Central: para que? para quem?...





