Uma das maiores refinarias de petróleo do Brasil completa 60 anos provocando mais estragos do que nunca
Seminário Nem Um Poço a Mais - Painel 2: Poluição,[...]
Cartilha Moro perto de uma infraestrutura de petróleo, e agora
Os territórios onde se instalam as infraestruturas de petróleo, geralmente, tem seu solo e o lençol freático contaminados, emissão efluentes líquidos nos rios e nos mares, e contaminação do ar por queima dos combustíveis causando as mudanças climáticas e a chuva ácida por conta das refinarias e o adoecimento do corpo e da saúde mental da população.
Editorial: Somos todos petrodependentes? Até quando?
A dependência ao petróleo se alastra como uma epidemia social, nos tornando cúmplices de um genocídio socio ambiental. Para cada facilidade urbana proporcionada pela exploração do petróleo, atingimos algum grupo social ou um ecossistema. Os dutos que transportam o gás de cozinha que utilizamos para fazer receitas maravilhosas, provocam acidentes (às vezes fatais) nas comunidades quilombolas, poluem seus mananciais com vazamentos, transformam a paisagem silvestre em paisagem industrial.
“Não existe indústria petroleira segura”
Surgida em 2015, a Campanha Antipetroleira Nem Um Poço a Mais vem articulando movimentos sociais e organizações ligadas a pescadores artesanais, quilombolas, camponeses indígenas, além de ambientalistas, defensores de direitos humanos, artistas, acadêmicos e outros, em torno uma questão fundamental: a superação da civilização petroleira, cuja energia que a movimenta está baseada principalmente em combustíveis fósseis, poluentes e não renováveis. Sociólogo Marcelo Calazans fala sobre a “petrodependência” de nossa sociedade e as propostas da Campanha Nem Um Poço a Mais.
Evento mostra ideias para substituir uso de petróleo no cotidiano
“IV Semana Sem Petróleo” traz programação mostra que alternativas ao[...]
Filme da FASE-ES em parceria com a Campanha Nem Um Poço a Mais alerta sobre o impacto da indústria petrolífera em nossos manguezais. Sob a proteção de Nanã, "O Sumiço do Caranguejo” revela a realidade de quem vive os impactos do petróleo no seu território. O filme foi lançado no final de julho durante o evento internacional School of Ecology (Escola de Ecologia), organizado pela rede Oilwatch na África.
Com a participação de mais de 10 países de todo o mundo, o evento de dois dias debateu proteção ambiental, transição energética e construção de poder popular.
A Igreja de Nossa Senhora das Neves, no município de Presidente Kennedy, recebe anualmente uma das maiores romarias do Espírito Santo, atraindo também devotos do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Porém, a instalação do Porto Central no entorno, além de fortes impactos sociais e ambientais, também deixará a igreja, que é tombada como patrimônio histórico e cultural, praticamente ilhada em meio ao mega empreendimento portuário. A reportagem é de Vitor Taveira para o jornal Século Diário.
A indicação do mês é um documentário longa-metragem produzido pela Marco Zero Conteúdo, em parceria com Símio Filmes e Ventana Filmes, que expõe a desigualdade irradiada pelo Complexo Portuário e Industrial de Suape na ocupação do território da cidade do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, Pernambuco.
As oportunidades de negócio para as grandes construtoras e seus bairros planejados de "alto padrão" em contraste com a vida vivida na periferia da cidade de maior vulnerabilidade para o jovem negro no Brasil.
O filme foi produzido com recursos do edital de jornalismo independente do Fundo Brasil de Direitos Humanos.
Pescadores artesanais temem ser esmagados pela pesca industrial, voltada ao mercado brasileiro e internacional. Reportagem de Fernanda Couzemenco para o Século Diário.





