CPI do Óleo na praia termina em pizza (tóxica)
Um dos mais graves crimes socioambientais dos últimos anos, o derramamento de óleo de origem desconhecida que atingiu o litoral do Nordeste e parte do Norte e Sudeste brasileiros em 2019. Foram 130 municípios afetados em 11 estados. O acontecimento virou alvo de investigação por uma Comissão Parlamentar de Inquérito, conhecida como CPI do Óleo, criada em novembro do mesmo ano na Câmara Federal. Porém, o prazo terminou e não foi renovado após articulação do governo federal com o chamado bloco do “centrão” no Congresso Nacional. “Um crime sem culpados nem punições agora é também um crime que sequer será investigado por parlamentares”, questionou o jornal pernambucano Marco Zero. “A forma como o governo Bolsonaro e seus aliados trataram o maior derramamento de petróleo da história do Atlântico Sul é mais uma prova da vergonhosa política ambiental do Brasil”.
Lançamento do videoclipe Nossa Terra
NOSSA TERRA Vivi Rocha & Tiê Alves Foto: Acervo[...]
Uma das maiores refinarias de petróleo do Brasil completa 60 anos provocando mais estragos do que nunca
Seminário Nem Um Poço a Mais - Painel 2: Poluição,[...]
Cartilha Moro perto de uma infraestrutura de petróleo, e agora
Os territórios onde se instalam as infraestruturas de petróleo, geralmente, tem seu solo e o lençol freático contaminados, emissão efluentes líquidos nos rios e nos mares, e contaminação do ar por queima dos combustíveis causando as mudanças climáticas e a chuva ácida por conta das refinarias e o adoecimento do corpo e da saúde mental da população.
Editorial: Somos todos petrodependentes? Até quando?
A dependência ao petróleo se alastra como uma epidemia social, nos tornando cúmplices de um genocídio socio ambiental. Para cada facilidade urbana proporcionada pela exploração do petróleo, atingimos algum grupo social ou um ecossistema. Os dutos que transportam o gás de cozinha que utilizamos para fazer receitas maravilhosas, provocam acidentes (às vezes fatais) nas comunidades quilombolas, poluem seus mananciais com vazamentos, transformam a paisagem silvestre em paisagem industrial.
“Não existe indústria petroleira segura”
Surgida em 2015, a Campanha Antipetroleira Nem Um Poço a Mais vem articulando movimentos sociais e organizações ligadas a pescadores artesanais, quilombolas, camponeses indígenas, além de ambientalistas, defensores de direitos humanos, artistas, acadêmicos e outros, em torno uma questão fundamental: a superação da civilização petroleira, cuja energia que a movimenta está baseada principalmente em combustíveis fósseis, poluentes e não renováveis. Sociólogo Marcelo Calazans fala sobre a “petrodependência” de nossa sociedade e as propostas da Campanha Nem Um Poço a Mais.
No último ano, petroleiras tentam começar a expansão para a exploração offshore no mar Argentino. Todos sabem que a exploração petroleira precisa acabar, ninguém duvida dos riscos e consequências destas atividades, mas as empresas insistem em querer continuar expandindo.
O Mar del Plata diz não às petroleiras! Confira as mobilizações locais que ocorreram na região em agosto para garantir que o petróleo continue em paz debaixo do subsolo.
Você já refletiu sobre os cosméticos que usa no seu dia-a-dia? A maioria dos cosméticos encontrados no mercado tem petróleo em sua composição. Nessa cartilha, trazemos receitas com ingredientes naturais para que você possa fazer seu próprio cosmético em casa.
Leia a entrevista exclusiva com Cláudio Zanotelli, um dos organizadores do livro “A notícia como máquina de guerra” (Editora Edufes). A obra aborda questões como governança neoliberal, impactos da exploração petroleira, geopolítica internacional e a narrativa da imprensa em relação à política energética do Brasil, tendo como base mais de 200 reportagens e publicações analisadas por um grupo de pesquisadores ligados à Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
Semana Sem Petróleo · Pílulas para a Transição Energética: #3 [...]





