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Notícias2026-05-20T12:18:18-03:00

“Não existe indústria petroleira segura”

Surgida em 2015, a Campanha Antipetroleira Nem Um Poço a Mais vem articulando movimentos sociais e organizações ligadas a pescadores artesanais, quilombolas, camponeses indígenas, além de ambientalistas, defensores de direitos humanos, artistas, acadêmicos e outros, em torno uma questão fundamental: a superação da civilização petroleira, cuja energia que a movimenta está baseada principalmente em combustíveis fósseis, poluentes e não renováveis. Sociólogo Marcelo Calazans fala sobre a “petrodependência” de nossa sociedade e as propostas da Campanha Nem Um Poço a Mais.

Oilwatch Latinoamérica libera versão digital do livro Licença para Saquear de Nicholas Hildyard

“A licença para saquear abre uma perspectiva muito estratégica para[...]

  • Semana Sem Petróleo · Pílulas para a Transição Energética: #3 [...]

    4 de setembro de 2021
  • Filme da FASE-ES em parceria com a Campanha Nem Um Poço a Mais alerta sobre o impacto da indústria petrolífera em nossos manguezais. Sob a proteção de Nanã, "O Sumiço do Caranguejo” revela a realidade de quem vive os impactos do petróleo no seu território. O filme foi lançado no final de julho durante o evento internacional School of Ecology (Escola de Ecologia), organizado pela rede Oilwatch na África.

    Com a participação de mais de 10 países de todo o mundo, o evento de dois dias debateu proteção ambiental, transição energética e construção de poder popular.

    4 de setembro de 2021
  • A Igreja de Nossa Senhora das Neves, no município de Presidente Kennedy, recebe anualmente uma das maiores romarias do Espírito Santo, atraindo também devotos do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Porém, a instalação do Porto Central no entorno, além de fortes impactos sociais e ambientais, também deixará a igreja, que é tombada como patrimônio histórico e cultural, praticamente ilhada em meio ao mega empreendimento portuário. A reportagem é de Vitor Taveira para o jornal Século Diário.

    4 de setembro de 2021
  • A indicação do mês é um documentário longa-metragem produzido pela Marco Zero Conteúdo, em parceria com Símio Filmes e Ventana Filmes, que expõe a desigualdade irradiada pelo Complexo Portuário e Industrial de Suape na ocupação do território da cidade do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, Pernambuco.

    As oportunidades de negócio para as grandes construtoras e seus bairros planejados de "alto padrão" em contraste com a vida vivida na periferia da cidade de maior vulnerabilidade para o jovem negro no Brasil.

    O filme foi produzido com recursos do edital de jornalismo independente do Fundo Brasil de Direitos Humanos.

    9 de julho de 2021
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